Hamlet

Hamlet

Conheça agora um dos 10 melhores livros de William Shakespeare

Um jovem príncipe se reúne com o fantasma de seu pai, que alega que seu próprio irmão, agora casado com sua viúva, o assassinou. O príncipe cria um plano para testar a veracidade de tal acusação, forjando uma brutal loucura para traçar sua vingança. Mas sua aparente insanidade logo começa a causar estragos – para culpados e inocentes. Esta é a sinopse da tragédia de Shakespeare, agora em nova e fluente tradução de Lawrence Flores Pereira. Mas a trama inventada pelo dramaturgo inglês vai muito além disso: Hamlet é um dos momentos mais altos da criação artística mundial, um retrato – eletrizante e sempre contemporâneo – da vida emocional de um Homo sapiens adulto. Leitura obrigatória do vestibular da UFRGS.

320
Português
858285014X
20 x 13.2 x 1.6 cm
Penguin-Companhia

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Romeu e Julieta

Romeu e Julieta conta a história de um primeiro amor, com as emoções à flor da pele. A história se passa séculos atrás, mas tem uma profunda atualidade. Shakespeare mostra os sentimentos vivos, intensos! O amor ultrapassa o tempo e atinge o coração de cada um.

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Otelo

Dentro da ampla galeria de personagens que ao longo das obras de Shakespeare corporificaram as paixões mais universais e comuns que movem a natureza humana, Otelo passou a representar o homem destruído pelo ciúme. No entanto, apesar de esta característica permanecer na memória coletiva como a mais famosa da obra, este é apenas o ápice visível do tema crucial e mais geral: a desconfiança. Movido pelo veneno que se espalha por meio de seus diálogos e permeia as relações entre casais, entre homens e mulheres, entre chefes e subordinados, Otelo continua a ser, hoje como ontem, uma leitura contundente e poderosa pela perfeição da sua trama e pelo desenvolvimento cerrado dos mecanismos que, tendo como fonte principal Iago, o mais cínico e perigoso diabo humano da literatura, articulam inexoravelmente a ação e acabam por precipitar a tragédia.

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Macbeth

Considerada uma das obras mais sombrias e poderosas de William Shakespeare, esta narrativa clássica mostra Macbeth e Banquo, seu amigo, retornando de uma guerra pelo reinado da Escócia, depois de retumbante vitória. Na estrada eles se deparam com três feiticeiras, que realizam surpreendentes previsões. De acordo com as irmãs, símbolos aqui das três tecelãs do destino humano, o protagonista se tornará Barão de Cawdor e, futuramente, o novo soberano. Quanto a Banquo, será o progenitor de reis. Macbeth foi publicada pela primeira em 1623, possivelmente a partir de uma transcrição de alguma performance específica e adaptada para cinema, televisão, ópera, romances, história sem quadrinhos e outras mídias.

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O rei Lear

Esta obra conta uma história de traição, vingança e paixão. O velho Rei faz doação em vida de todos seus domínios às 3 filhas e é imediatamente relegado ao abandono, restando-lhe apenas o amor de sua filha Cordélia.

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Sonho de uma noite de verão

Em uma noite de lua crescente, o duende Puck faz mil trapalhadas no bosque. Erra os encantamentos. Bota a cabeça de um asno em um rapaz e faz a rainha das fadas, Titânia, se apaixonar por aquele ser horroroso. Dois namorados estão fugindo, mas Puck faz com que, ao acordar, o rapaz se apaixone por outra. O bosque vira uma confusão. E nessa história aqui contada em prosa e de forma teatral, o grande William Shakespeare fala dos mitos gregos e celtas em forma de uma comédia que faz todo mundo rir.

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A tempestade

Repleta de mistérios, esta peça tem como cenário uma ilha habitada por um poderoso feiticeiro em busca de vingança. Embora seja um dos textos mais breves do autor, sua trama é cheia de reviravoltas que abordam os temas universais da liberdade e do perdão. Considerado o último texto escrito pelo lendário William Shakespeare, A tempestade segue provocando interpretações radicalmente diversas, que vão da releitura fantástica de Neil Gaiman, passando pela psicanálise e chegando ao feminismo pós-colonial de Silvia Frederici. Em uma ilha desabitada que pertencia a uma velha bruxa, Próspero, o antigo duque de Milão, provoca uma tempestade sobrenatural que naufraga o navio onde se encontra seu irmão, que lhe usurpou o título real. É o primeiro passo de um projeto de vingança que sofre diversos imprevistos — em parte graças à figura misteriosa de Calibã, um dos personagens mais instigantes do autor. Escravo deformado, filho da bruxa que governara a ilha, seu ódio pelo duque é interpretado pelos críticos contemporâneos à luz da revolta dos povos colonizados. A tempestade evoca tanto discussões extremamente atuais sobre a relação entre os seres humanos e a natureza, que segue misteriosa para os olhos científicos e desencantados do homem ocidental, quanto questões de disputas políticas, desforra e até uma história de amor temperada pela magia, mantendo um movimento constante no enredo e divertindo os leitores de todas as épocas. A tradução do premiado José Francisco Botelho valoriza a métrica, dando características oratórias diferentes a cada personagem e reconstruindo o marejar das ondas que circundam a ilha onde se passa a ação. Ao mesmo tempo, sua fluidez e clareza oferecem um Shakespeare acessível para leitores de todas as idades e para aqueles que nunca leram uma obra do autor. “A magia em A tempestade é real (…) O livro traz muitas questões sem resposta.” — Margaret Atwood “Uma obra que apela à imaginação.”— Samuel Coleridge

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Henrique v

‘Henrique V’ é uma das peças históricas de William Shakespeare (1564-1616). Trata-se da representação daquele que é considerado um dos mais importantes monarcas ingleses, o rei-herói que governou de 1413 a 1422, pacificando internamente a Inglaterra e consolidando a autoridade da monarquia. Num dos conflitos que compõem a chamada Guerra dos Cem Anos (1337-1453), vemos o rei em sua campanha de invasão à França – cujos dois principais momentos foram as batalhas de Harfleur e Azincourt, em 1415. O rei-guerreiro combate junto aos soldados, em um texto de exaltado nacionalismo que enaltece seus feitos de grande líder. O ponto alto é o célebre discurso em que ‘Henrique V’ conclama seus homens a lutarem com garra, colocando de lado as distinções sociais, ao dizer – ‘Nós, estes poucos; nós, um punhado de sortudos; nós, um bando de irmãos… pois quem hoje derrama o seu sangue junto comigo passa a ser meu irmão. Pode ser homem de condição humilde; o dia de hoje fará dele um nobre’. ‘Henrique V’ foi encenada pela primeira vez no começo de 1599. Hoje, mais de quatrocentos anos depois, o texto do genial e multifacetado Shakespeare – mais afeito às dúvidas e contradições da vida e do ser humano do que às certezas e verdades únicas -, oportunamente lança luz sobre a natureza da guerra e da política, do discurso populista e da manipulação das massas.

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O mercador de Veneza: 241

Shakespeare inspirou-se em duas fontes para desenvolver esse clássico sem fronteiras espaciais e temporais: Il Pecorone e Gesta Romanorum – a primeira é uma coletânea de novelle italianas escritas por Giovanni Fiorentino e a segunda, de autoria ainda desconhecida, nasceu no século XIII, mas teve duas edições em inglês no século XVI. o mercador de Veneza é uma das obras mais populares e debatidas desse grande nome da literatura universal – trata-se de um drama trágico, com pitadas de romantismo e comédia. Questões mais profundas se entrelaçam e sustentam a emoção do enredo, tais relações como o ódio, o orgulho, o dinheiro, o amor, a amizade, a ingenuidade e a maledicência. Sem dúvida, é uma das obras mais importantes da dramaturgia literária mundial; escrita em 1594, a narrativa ganhou adaptações em filmes e peças em todo o mundo. A trama que envolve o vilão Shylock e o mocinho Antonio encanta leitores e plateias a mais de quatro séculos, nos transportando para uma Veneza histórica e fascinante.

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A megera domada: Teatro e prosa

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